The Switch - Parte III


 

As batatas das pernas estavam me alucinando de dor. Já faziam intermináveis horas que eu havia sido entregue à incansável First Slave para ser 'transformada' para meu Dono - como eu temera ao chegar. Ao sair de Sua presença, ainda vi Ninette começando a preparar Thellus para o serviço de nosso Senhor, colocando-a presa em uma cadeira ginecológica e começando a lhe refazer a maquiagem...doeu-me não poder presenciar Ele curtindo o presente que lhe dera, mas...seu desejo era outro, e meu tesão estava em lhe cumprir as vontades...agora eram horas e horas que eu estava sobre esse saltos imensos, meus pés escorregando dentro das sandálias-plataforma devido às meias de seda, com ligas ao espartilho que me apertava impossivelmente a cintura. As nadegas ardidas das surras de meu Amo mais cedo, e da First Slave agora enquanto me adestrava, agora queimavam tambem da cera da depilação...o plug anal já era o terceiro, cada um maior que o primeiro, mas eu já estava dormente lá...e na verdade temia o porte de meu Senhor, e achava mesmo uma boa idéia ir sendo espichado antes da tempestade que parecia inevitável!

Meu maxilar também latejava... a First Slave entrecortava todo o adestramento com longas sessões de cunilingus, eu podia sentir o batom borrado até minhas bochechas após o tempo com minha boca afundada entre suas belíssimas coxas. Mas meu membro continuava sem alívio após todas essas fantásticas situações... minha Algoz as vezes lhe empunhava, dava-me um delicioso aperto, mas ao começar a endurecer levava um tapa alucinante, e o sorriso triste dela acompanhava o aviso -"Só disso fui proibida... sua ridícula ereção e ejaculação pertence ao nosso Amo! Ele planeja isso faz semanas..."

Pude notar a luz do dia começando a raiar lá fora. O cansaço começava a vencer o tesão, quando foi anunciado que chegara a hora de por em prática tudo que aprendera como 'Escrava' para servir ao Amo. Ninette apareceu, fazendo mesuras à First Slave e respondendo em detalhes o interrogatório da noite de prazeres que 'ela' e Thellus haviam proporcionado ao Amo. Ninette trabalhava em mim enquanto fofocava à sua Senhora, despindo-me completamente, no entanto seu toque era realmente mais feminino que a First Slave... voltava a me excitar quando fui jogado para dentro de um box de chuveiro, de quatro como uma cadela, e a água gelada (de inverno na Alemanha...!) foi aberto sobre mim - o cansaço e o tesão sumiram juntos! Fui escovado de longe com cabo longo, como um animal (Ninette continuava vestida 'a caráter'), enquanto seguia fascinado o relato 'dela' sobre o Gran Finale, o Amo possuindo a Thellus na cadeira ginecológica, e Ninette possuíndo o ânus do Mestre por sobre os dois... Ninette aplicou-me, sob ordens de nossa Senhora, dois enemas seguidos, nas quais a pressão sobre minha próstata atormentada quase me trazia ao orgasmo mas a perícia 'delas' era terrível - eu não 'chegava lá' nem que quisesse (e, tendo ouvido as ordens do Mestre, eu já não queria gozar sem sua ordem!)

Mas tudo era um alívio só por estar descansando as pernas dos saltos... estava aliviadíssimo de estar de quatro, mas, para um Escravo, o que é bom dura pouco. Era a minha hora mais importante...procurei lembrar os conselhos da First Slave - pense feminino, aja como feminina, mova-se feminina, esse é o segredo de Ninette que tanto agrada nosso Senhor...ele havia me usado como 'homem' na chegada, mas essa manhã haveria de ser sua mulherzinha...comecei a tentar pôr em prática. Logo eu estava sendo apertada em um espartilho limpo, esse obviamente muito mais caro e sofisticado que o primeiro...as duas puxavam os cadarços e eu não acreditava o formato que meu corpo tomava. Seguiram-se luvas e meias de seda brancos que sumiram com os últimos traços de masculinidade de meus braços e pernas, e, pela primeira vez, uma calcinha (-"o contato com o piupiuzinho durante essa noite teria feito voce gozar, querida, mas agora tem de estar completa para seu Senhor!" explicaram-me), e por sobre tudo um baby-doll que escondia o tamanho de meus ombros. Fui assentada sobre um divã e Ninette me maquiava cuidadosamente (-"Temos de dar sumiço nessas olheiras, credo, ir assim pro seu Dono...) enquanto a First Slave apareceu com uma peruca quase exatamente da cor do meu cabelo real, mas longo até os ombros. Por fim, apareceram as sandálias, causando-me um misto de tesão pela sua beleza, mas desespero por ter de passar as próximas horas sobre elas...as tiras de couro branco atavam-me quase até a altura dos joelhos. Por fim estava pronta, e fui obrigada a me exibir às minhas feitoras. De olho no relógio, elas colocaram as manículas de couro em meus tornozelos e pulsos, além da inevitável coleira por dentro da cabeleira - por isso então que recebera brincos, mas não colar!

Entrando no quarto dEle empurrando o carrinho de chá contendo o 'breakfast', deparei com Thellus dormindo profundamente em um tapete de pele de carneiro ao pé da cama. A expressão em seu rosto, de contentamento e satisfação, só poderia ser traduzida fielmente pela expressão 'totalmente fodida'. Uma pilha de preservativos usados sobre a passadeira contava uma longa estória....senti minha excitação crescendo novamente, o acúmulo de todo esse tempo me deixando ofegante; mas controlei-me e concentrei em ser a gueixa, ou a empregada, ou a amante perfeita para meu Amo que dormia a sono solto.

Tendo parado o carrinho e me ajoelhado ao lado da cama, preparava-me para acordá-lO conforme ensinado - oops, quero dizer, ensinada, beijando-lhe os pés e acariciando as pernas, quando Ele acordou. Fiquei imóvel, enquanto Ele focalizava-me. -"De pé", ele resmungou. A pose ensinada era de 'Miss', uma perna ligeiramente dobrada à frente da outra, realçando a curvatura dos quadris, o 'efeito violão'; fui ordenada a virar de costas, e percebi que Thellus havia acordado e, imóvel, me examinava com os olhos arregalados de surpresa. Sob as ordens de nosso Dono, andei até a porta e voltei; depois tive de subir na poltrona de quatro, e levantar o baby-doll a exibir as nádegas levantadas. Por fim estava de volta à beira da cama, olhar baixo, mãos para trás, tendo sua mão por entre minhas pernas , as nádegas depiladas apalpadas pelo meu Senhor por dentro da seda, a outra mão correndo minhas coxas...

-"Fizeram de você uma Fêmea perfeita, querida submissa..." sorriu Ele. Eu suspirei de alegria - "Obrigada, meu Amo, minha felicidade é lhe trazer prazer...Suas criadas são bem ensinadas, Senhor..." fui interrompida pelo dedo médio dele forçando-se por baixo da calcinha e rompendo dentro de meu ânus. Gemi mas não foi necessariamente de dor; disfarcei perguntando se meu Mestre desejava seu café, mas fiquei sem resposta. Qual não foi minha surpresa quando Ele, ainda com um dedo da mão esquerda enterrado em mim, sacou meu membro torturado com a outra mão e o abocanhou, sedento. O prazer foi indescritível, eu balançava sobre as sandálias-plataforma imensas, Thellus e eu entreolhando-nos de olhos arregalados...fora da vista do nosso Amo, sobre o tapete, a mão de Thellus foi em direção ao seu clítoris, e a expressão de seu rosto perguntava -"Posso?" silenciosamente...balancei a cabeça positivamente, mas virei-me para não a ver masturbando-se - é muito bela - e tentar conter meu gozo, já a tanto tempo retido...mas tive de gemer ao meu Amo que estava prestes a perder o controle. O seu contra-gosto de parar a felação cortou-me o coração (o que estava acontecendo comigo? Quase chorava de desagradá-lo...), e sua ordem seca de guardar "o piupiuzinho" e lhe servir o café foi instantaneamente obedecido por mim, cabisbaixo e retendo a quase-ejaculação que insistia em aflorar.

O serviço de café na cama foi impecável, adoçamento do café conforme as instruções, quantias e sequência de cada item, sempre com mesuras e reverências, aguardando de joelhos enquanto Ele comia, congelando o movimento cada vez que Ele bolinava em minhas pernas ou intimidade, a cada relance vendo a Thellus masturbando-se freneticamente no tapete, o lábio mordido para não gemer alto - até que repentinamente seu nome foi chamado pelo nosso Senhor. Em um salto, ela se recompôs e levantou-se, vindo ajoelhar-se do lado dEle enquanto eu guardava os pratos e copos no carrinho de chá. Seguiu-se uma conversa onde Ele perguntava se ela não achava que seu Dono estava 'linda' assim, como era Sexy seu Mestre como mulher etc, e ela sem jeito concordando não sabendo o que eu acharia. O Amo por fim levantou-se, ao que ambos nós nos prostramos de rosto em terra, como manda o Protocolo. Ele foi ao banheiro, e voltou de rosto lavado.
Fui ordenada a deitar na cama de costas. Fi-lo graciosamente, movimentos os mais felinos que consegui... Ele, de pé em meio ao quarto, começou a se manipular enquanto me devorava com os olhos... sensação maravilhosa para mim, sentir a aprovação do Dominador...Thellus recebeu ordens de atar as cordas que pendiam de roldanas na parede às minhas tornozeleiras, e inexoravelmente minhas pernas foram levantadas trazidas quase de encontro de meu rosto, abertas obscenamente diante de Thellus e meu Senhor, os saltos quase tocando a parede atrás de minha cabeça, a sensação já de abertura de meu ânus levantado me deixando já excitada com o que inevitavelmente estava a caminho. Eu temia, em meu íntimo, que meu Amo brincasse apenas com dildos e não me possuísse...mas queria lhe dar prazer de qualquer forma que Ele quisesse...foi um enorme alívio quando deu ordens a Thellus que tomasse a faca do carrinho de chá, e me abrisse a calcinha na altura de meu ânus; pelas ordens seguintes ela me besuntou generosamente de KY, e ajoelhou-se diante do membro que Ele manipulava, devorando com os olhos meu arregaçamento à Sua disposição. Ela assumiu a manipulação, tomando a iniciativa de mais beijos e lambidas (sorte dela - Ela aprovou a iniciativa...), até por fim conseguir esticar um preservativo por sobre o membro fenomenal. Me dei conta de que minhas mãos, ainda soltas, já estavam acariciando minhas nádegas e abrindo-as, caramba como eu estava entregue a esta situação que eu assistia como que em um quadro através de minhas pernas arreganhadas para trás, a cabeça pousada na pilha de travesseiros...não resisti um gemido quando meu Amo ajoelhou sobre a cama com sua glande enorme encostada ao furo na calcinha, a lascívia lhe faiscando no olhar ao acariciar minhas pernas ensedadas junto ao seu rosto, uma mão percorrendo minhas nádegas esticadas enquanto a outra percorria os saltos imensos das sandálias-plataforma acima de nossas cabeças...por sua iniciativa (e tirando seu próprio prazer do mesmo!), Thellus se encaixou por detrás de nosso Senhor, os braços ao redor dEle a direcionar seu membro ao alvo que eu oferecia ofegante. Minhas mãos, única parte minha com movimento livre, conseguiram alcançar os testículos tesos, mais ainda grandes, do garanhão que se posicionava sobre mim, sua Escrava feminilizada apenas para lhe proporcionar prazer... senti a pressão aumentar deliciosamente mas repentinamente virar uma dor alucinante; o gemido virou um grito involuntário enquanto o que me restava de consciência dizia que eu precisava rebolar levemente para O acomodar, e fazer força para relaxar o esfíncter, e consciente que as lágrimas que agora rolavam iam borrar o lápis e o rímmel e eu não estaria tão perfeita para meu Amo olhar-me...

-"Está querendo que eu pare, minha Sissy?" veio a pergunta. Meu coração acelerou; puxa nossos estilos eram idênticos na Dominação... tive de tirar a mente da dor, e balbuciei, desordenadamente, tudo que Ele queria ouvir nesse seu momento de supremo prazer, de possuir o Dom que Ele rebaixara...que de modo algum queria parar, que meu supremo prazer era ver o prazer dEle, que era para mim o máximo ver o prazer de meu Senhor às minhas custas, que queria ser usada de toda forma que Ele tivesse o menor desejo...e a dor começou a reduzir, o latejamento profundo começou a se misturar ao tesão em todo meu abdomen, como que tesão 'feminino', não-peniano, e meu Amo começou a se mover e se aprofundar mas eu queria isso, minhas mãos foram às Suas nádegas e eu O puxava de econtro às minhas ancas... Thellus estava com um lenço de papel me secando as lagrimas e pondo meu rosto em ordem mas de repente meu Amo estava deitado sobre mim, meu fôlego arrestado pelas minhas pernas dobradas, Ele me beijava a boca loucamente enquanto seu ritmo acelerava a um bombar descontrolado...enquanto desmaiva de tesão percebi que minha ejaculação escorria para a calcinha, imprensada entre nossos ventres, de meu pênis flácido, enquanto meu Dono gritava em seu gozo, suas mãos cheias com minhas nádegas, sua mordida firme em meu pescoço....

Minha própria cama me trazia um imenso conforto! Deitado de bruços, com as nádegas levantadas por uma pilha de almofadas, eu gemia de alívio enquanto Thellus delicadamente beijava e massageava meu cuzinho tão dilacerado e maltrado...passáramos quase duas horas na banheira com sais e óleos na água quente, a dor latejante em minhas ancas e pernas reduzindo aos poucos, e agora ela me massageava as pernas doloridas com óleo, e me dava o carinho que precisava no ânus tão maltratado, com toques ocasionais ao pênis flácido mas tão sensível, por entre as pernas...

Fechei os olhos e lembrei de nossa saída da casa do Amo, tendo sido tirados do quarto pela First Slave assim que nosso Senhor tombara de sobre mim depois do seu orgasmo, em sono pesado; vestidos na cozinha em nossas roupas da chegada, e, antes de sermos despejados pela porta dos fundos para o frio da tarde de Sábado, sermos abusados mais uma vez por 'elas', desta vez a First Slave me usando como escravo macho (-"agora estou liberada, o Amo já acabou com você!"), deitado sobre a mesa da cozinha, causando-me uma ereção e em seguida montando-a e cavalgando como uma Amazona, enquanto Thellus era debruçada sobre bancada da cozinha e comida pela transsexual...

A memória desta última cena, combinado com a língua de Thellus atrás de mim, me fez ser surpreendido por uma nova ejaculação sobre as almofadas, fraca como meu cansaço, de onde caí no mais profundo sono...

Dom35RJ