UMA VERDADEIRA AMIZADE

 

DomadorRS

 

 



 

       Ela é uma mulher com seus 34 anos, corpo perfeito, um rosto lindo, uma mulher atraente; trabalhava o dia inteiro para poder ajudar nas despesas da casa, criar seus filhos; seu casamento já durava uns 15 anos, já havia descoberto que não mais gostava de seu marido, mas ia suportando por causa dos filhos.
       Assim ia levando sua vidinha, trabalhando no seu emprego e na lida da casa; tinha sonhos, mas que dificilmente seriam realizados: viagens etc...
       Possuía um amigo também casado e descontente, com quem trocava palavras de amizade, este seu amigo era realmente uma pessoa que fazia tudo pôr ela, sem pedir nada em troca; onde ela precisasse lá estava ele para ajudar.
       Nas suas conversas rolava de tudo: angústias, problemas financeiros e outros assuntos, até que um dia seu amigo, meio tímido, resolveu contar sobre suas fantasias sexuais, pois entre eles a amizade era tanta que nem um nem o outro se atrevia a falar desse assunto, com medo de um pensar que o outro estava dando em cima.
       Ele contou para ela que sua fantasia era de ter uma escrava submissa, para ser castigada, humilhada etc... Achava que ela ficaria meio chocada, mas ela disse:
       - Vamos combinar uma coisa, por tudo que você me fez e eu nunca lhe paguei, vou te dar o direito de me ter como escrava por umas três horas, num motel, que tu acha?
       Ele ficou estarrecido com aquela proposta, era tudo o que ele queria, sua mente começou logo a bolar tudo o que ele poderia fazer em três horas, a excitação foi logo aflorando, sua respiração quase parou.
       Ao ver a angústia de seu amigo, ela falou:
        - Fique calmo, vamos combinar tudo direitinho, ta?
       Ele logo arquitetou o que seria feito, resolveu comprar e montar a aparelhagem, foi num sexshoping e adquiriu dois chicotes, um fino, estilo rebenque e outro preto, com tiras de couro; foi numa ferragem e adquiriu cordas, e numa agropecuária comprou uma coleira com uma guia bem linda.
       Marcaram para se encontrar num apart-hotel, no centro da cidade, era um lugar discreto e usado para encontros casuais, ficou combinado que ele iria antes e ela depois.
       Ao chegar no apart ele logo foi preparando tudo, deixou em cima da cama os dois chicotes, cordas e a coleira, notou que em uma das peças havia um gancho no teto, para pendurar folhagens, já imaginou mil coisas, a cama era de ferro com uma guarda bem grande.
       Na hora marcada ela chegou, vestia um tamanco de salto bem alto, calça jeans e uma blusa bem colada no corpo. Ao chegar eles se abraçaram e se deram um beijo daqueles há muito desejado, logo após o beijo ele disse:
       - Tu vai cumprir o que me prometeu?
       Ela prontamente respondeu :
       - É claro que sim, estou ansiosa, meu amiguinho.
       Ele então falou:
       - Legal, então tire a roupa e fique só de calcinha e sutiã.
       Ela então começou a tirar sua blusa e sua calça, ele começou a admirar aquele corpo tão desejado; após ela tirar sua calça e sua blusa, ficou apenas com uma tanga fio dental preta e um sutiã meia taça, também preto, e ele ordenou que ela se aproximasse, e quando ela chegou perto ele puxou seus cabelos, deu um beijão em sua boca e ordenou:
       - A partir de agora você é minha escrava, ajoelhe-se aos meus pés, você está aqui para satisfazer seu amo, entendeu escrava?
       Ela prontamente se ajoelhou aos seus pés e disse.
       - Sim meu mestre, meu amo.
       Ele então ordenou que ela beijasse seus pés. Enquanto ela beijava seus pés ele já lhe aplicava chicotadas em sua bunda, ela gemia e passava sua língua entre os dedos do pé; logo após ele puxou a guia da coleira, obrigando ela a chupar seu pau; ela chupava com vontade, passava a língua em seu pau, ele estava quase louco de prazer, puxava seus cabelos, às vezes dava chicotadas em sua bunda; não agüentando mais, ele gozou em sua cara, foi um gozo intenso, ela tentou engolir tudo, mas um pouco escorreu na sua cara e algumas gotas caíram no chão; ele puxou seus cabelos e disse:
       - Assim, escrava, agora limpe o chão com sua língua e depois venha limpar meu pau.
       Ela obedeceu tudo prontamente, ele a pegou pela coleira e a levou até a peça do apart onde existia o gancho no teto, lá ele amarrou seus pulsos e ergueu a corda até este gancho, ela ficou bem esticada, quase pendurada, ele chegou perto dela e, passando a boca em seu pescoço, disse:
       - Agora você vai sentir meus castigos, linda escrava, só pro meu prazer.
       Ele pegou o chicote com tiras de couro e começou os castigos, a cada chicotada ela rebolava e gemia, ao ver ela rebolando e gemendo ele logo ficou excitado de novo. Queria fazer de tudo com sua nova escrava, retirou ela das amarras e a colocou de bruços em seu colo e disse:
       - Agora minha escrava vai levar palmadas, para aprender.
       E começou uma seção de palmadas em sua linda bunda, às vezes ele aproveitava para passar seus dedos em sua boceta e em seu cuzinho, ela dava gemidos de prazer, ele sentiu que ela estava toda molhadinha, então ele começou a enfiar seus dedos em sua bocetinha e no seu cuzinho.
       Logo após ele retirou ela do seu colo, ordenou que ela ficasse de quatro no chão. Pegando o chicote em forma de rebenque, ele montou nela e, puxando seus cabelos, cavalgou pôr todo o apart; ela obedecia tudo, estava totalmente submissa.
       Logo após ele a amarrou na cama; ela ficava de quatro, com as mãos atadas na guarda da cama, e com ela de quatro ele começou a castigar sua bunda, mas sua intenção era outra, ele chegou perto dela e, arredando a tanga, enfiou de uma vez seu pau em sua boceta; ela deu um gemidinho e aí foi uma convulsão só: ele a penetrava sem piedade, puxava seus cabelos e lhe aplicava palmadas, ela estava totalmente entregue ao seu macho, era seu objeto de prazer; sem se conter ela gozou freneticamente, dava gritos de prazer, ele ao mesmo tempo gozou também, e se atirou em cima do corpo dela, beijava sua nuca, orelha, e puxando seus cabelos lhe aplicou um beijão na boca, até que, por fim, caíram os dois, extasiados.
       Descansaram alguns minutos e, logo após, ele ordenou que ela ligasse a televisão e fosse na geladeira trazer algo para beber e alguns salgadinhos; ela prontamente obedeceu, trouxe cerveja e umas bolachinhas; ele, então, sentou na poltrona e ordenou que ela ficasse de quatro para ele escorar seus pés. Tomou a cerveja e comeu o salgadinho, enquanto ela, de quatro, estava ali, servindo de banquinho para seu amo escorar suas pernas. Às vezes ele até dava um salgadinho na boca para ela comer...
       Então ele decidiu que queria ela novamente; ordenou que se levantasse e se debruçasse sobre uma poltrona, de maneira que sua bunda ficasse bem exposta. Ele lhe aplicou várias chicotadas e palmadas, com a intenção de comer seu cuzinho. Ela, já sentindo o que viria, relaxou, enquanto ele, primeiramente, passou a língua em sua buceta e em volta do cu, deixando ela totalmente entregue de prazer. Aí ele enfiou em seu cuzinho; ela, deixando cair uma lágrima de seus olhos, gemeu, e gritou, louca de prazer, enquanto ele puxava seus cabelos e continuava as palmadas.
       Terminaram num gozo extremo, ele debruçado por cima dela. Nisto, ele a puxou e os dois deitaram na cama numa onda de abraços, beijos, e mordidas.
       Descansaram um pouco, e estava na hora dos dois irem embora. Ele a beijou e disse:
       - Foi maravilhoso, espero que tenhas gostado.
       Ela respondeu:
       - Adorei, nunca pensei que seria tão bom, você é bem criativo, quero ser sua escrava e, se você quiser, posso arrumar mais escravas para seu harém.
Emocionado, ele disse:
       - Que legal, vou adorar formar um harém, com você e outras escravas.
       Os dois se vestiram, saíram do apart e, numa esquina do centro da cidade se beijaram, se despediram, e cada um voltou para suas vidas, trabalho, casamento, etc...